
Havemos de venerar e invocar devotamente o santo anjo da guarda porque:
1. ele é um eminente príncipe da corte celeste;
2. ele nos foi designado por Deus como nosso companheiro, protetor e guia.
Lembra-te sempre de sua presença, e nunca faças à vista dele o que não ousarias fazer à vista de tua mãe.
Em todos os perigos corporais e espirituais, invoca-o e segue suas inspirações.
Não te esqueças de que também o teu semelhante tem o seu anjo custódio.
Saúda também a este anjo muitas vezes, e regula o teu procedimento com o próximo de conformidade com essa verdade.
Fr. Antônio Wallenstein, O.F.M., Catecismo da Perfeição Cristã, Editora Vozes, Petrópolis, 1956, III edição.
1. ele é um eminente príncipe da corte celeste;
2. ele nos foi designado por Deus como nosso companheiro, protetor e guia.
Lembra-te sempre de sua presença, e nunca faças à vista dele o que não ousarias fazer à vista de tua mãe.
Em todos os perigos corporais e espirituais, invoca-o e segue suas inspirações.
Não te esqueças de que também o teu semelhante tem o seu anjo custódio.
Saúda também a este anjo muitas vezes, e regula o teu procedimento com o próximo de conformidade com essa verdade.
Fr. Antônio Wallenstein, O.F.M., Catecismo da Perfeição Cristã, Editora Vozes, Petrópolis, 1956, III edição.